Por que o Desafio Cibernético Rondon é tão importante
Vivemos uma era em que a segurança digital se tornou indispensável. Ataques cibernéticos a órgãos públicos, empresas privadas e até infraestruturas críticas têm se tornado cada vez mais frequentes e sofisticados. Em um mundo cada vez mais conectado, formar talentos capazes de proteger nossos dados e sistemas é mais do que necessário — é urgente.
É nesse cenário que surge o Desafio Cibernético Rondon, uma iniciativa que vai além da competição: é uma ação estratégica de formação, inclusão digital e capacitação técnica, realizada com o apoio institucional da Fundação Muraki, em parceria com o 1º Batalhão de Comunicações e Guerra Eletrônica de Selva.
Formação em cibersegurança: uma urgência nacional
Segundo dados da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), o Brasil precisa formar mais de 100 mil profissionais de tecnologia por ano — e a área de cibersegurança é uma das que mais crescem.
Ao mesmo tempo, o número de incidentes digitais aumenta. Relatórios da Fortinet e da Check Point apontam que o Brasil está entre os países mais atacados da América Latina. A falta de profissionais especializados é um gargalo real. Por isso, eventos como o Desafio Rondon têm papel fundamental na preparação de novos talentos, especialmente na Amazônia.
Iniciativas locais que fortalecem o ecossistema
Manaus tem avançado em iniciativas voltadas à tecnologia e à segurança digital. Programas como:
- Laboratórios de inovação em universidades locais
- Hackathons com foco em soluções públicas
- Grupos de estudo de segurança da informação
- Projetos apoiados pela Fundação Muraki, com foco em educação e transformação social através da tecnologia
… demonstram que a região tem potencial para se destacar no setor. O Desafio Rondon se soma a essas ações ao propor uma experiência prática, online e acessível.
Oportunidades no mercado de trabalho
Para quem participa de um desafio como este, os ganhos vão além do conhecimento técnico. Estar envolvido em atividades reais, aprender sobre ataques e defesas, trabalhar em equipe e desenvolver pensamento crítico são competências valorizadas em processos seletivos.
Empresas de tecnologia, bancos, startups, órgãos governamentais e até ONGs já demandam profissionais que compreendam os fundamentos da cibersegurança. O setor é um dos mais promissores para quem deseja construir uma carreira sólida nos próximos anos.
Último dia de inscrição: 28 de julho
Se você é estudante, entusiasta ou profissional da área de tecnologia e quer dar o próximo passo em sua formação, o momento é agora. O Desafio Cibernético Rondon está com inscrições abertas até hoje, 28 de julho, às 23h59.
O desafio é 100% online, gratuito e voltado a todos que desejam aprender mais sobre o universo da segurança da informação — não é preciso ter experiência prévia.
O que é o Desafio Cibernético Rondon
O desafio segue o modelo CTF (Capture The Flag), um tipo de competição amplamente utilizado na formação em cibersegurança. Os participantes enfrentam desafios técnicos baseados em situações reais, como:
- Análise de vulnerabilidades
- Criptografia
- Engenharia reversa
- Forense digital
Mais do que uma competição, o evento é uma jornada de aprendizado, colaboração e resolução de problemas.
Quem pode participar
Podem participar:
- Estudantes de ensino técnico e superior
- Profissionais em início de carreira na área de tecnologia
- Pessoas interessadas em segurança digital, mesmo sem experiência prévia
Por que participar
O Desafio Cibernético Rondon proporciona:
- Aprendizado técnico prático
- Experiência colaborativa em segurança da informação
- Certificação de participação
- Oportunidade de networking com profissionais da área
Resumo
- Data limite para inscrição: Hoje, 28 de julho
- Formato: 100% online
- Organização: 1º Batalhão de Comunicações e Guerra Eletrônica de Selva
- Apoio institucional: Fundação Muraki
Ainda dá tempo
Aproveite as últimas horas para garantir sua inscrição. O Desafio Cibernético Rondon é uma chance concreta de se preparar para os desafios do mundo digital, desenvolver novas habilidades e ampliar seu repertório técnico.
Inscreva-se agora e participe. Hoje é o último dia!
Em um mundo cada vez mais conectado, formar pessoas em competências digitais é uma das chaves para o desenvolvimento sustentável e inclusivo. É com essa missão que o Samsung Ocean, programa de capacitação tecnológica da Samsung, tem se destacado no Brasil — especialmente na região Norte, onde a oferta gratuita de conhecimento de ponta pode mudar vidas.
Criado em 2014, o Samsung Ocean oferece cursos, oficinas e laboratórios voltados à inovação e tecnologia, com foco em áreas como Inteligência Artificial, programação, Internet das Coisas (IoT), desenvolvimento de aplicativos, metaverso, wearables e empreendedorismo digital. As formações são gratuitas, abertas ao público e com emissão de certificados — tanto em formato presencial quanto remoto.
Por que o Samsung Ocean é importante para a Amazônia
A presença do Samsung Ocean na Amazônia, com sede física em Manaus (AM) e atuação em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), representa muito mais do que uma agenda educacional. O programa preenche uma lacuna histórica de acesso à tecnologia na região Norte e contribui para:
- Formar mão de obra local para os mercados de inovação, reduzindo a desigualdade regional;
- Fortalecer o ecossistema de tecnologia amazônico, com foco em soluções para desafios locais;
- Estimular o empreendedorismo sustentável, por meio de startups e projetos incubados no Ocean Lab;
- Empoderar jovens e adultos, oferecendo educação de qualidade e gratuita em temas de alta relevância no século XXI.
A atuação do Ocean reflete um compromisso com o futuro da Amazônia que vai além da floresta: trata-se de preparar pessoas para criar, inovar e liderar em um mundo digital — sem precisar sair de casa.
Ainda dá tempo: confira a agenda de cursos
Com esse propósito, o Samsung Ocean lançou sua agenda aberta de cursos e oficinas para julho de 2025, reunindo uma série de atividades práticas e interativas, todas gratuitas e com foco na aplicação do conhecimento e prática de tecnologias emergentes, muitos deles presenciais em Manaus.
Confira os destaques:
- 21/07
- Laboratório de IA conversacional aplicada ao contexto acadêmico
- Laboratório de IoT em Cloud
- Manufatura Aditiva – Parte 1 (presencial)
- 22/07
- Validação de Dados em Backend (presencial)
- 23/07
- Manufatura Aditiva – Parte 2 (presencial)
- 24/07
- Framework Scrum (presencial)
- 25/07
- Pitch – Manufatura Aditiva – Parte 3 (presencial)
- 28/07
- Laboratório de IoT com Raspberry Pi (presencial)
- IA Generativa com Python – Parte 1
- Programação para Iniciantes com Scratch – Parte 1 (presencial)
- 29/07
- Lean Canvas: Modelos de Negócios Inovadores (presencial)
- Manufatura Aditiva para Saúde Digital – Parte 1 (presencial)
- Criação de Jogos 3D com Unity – Parte 1 (presencial)
- IA Generativa com Python – Parte 2
- Programação com Scratch – Parte 2 (presencial)
- 30/07
- Assistente Virtual com Google Assistant
- Startup Game Experience (presencial)
- Modelos de IA com Orange e Python – Parte 1 (presencial)
- Manufatura Aditiva para Saúde Digital – Parte 2 (presencial)
- Unity 3D – Parte 2 (presencial)
- Scratch – Parte 3 (presencial)
- 31/07
- Criação de Tokens ERC-20 (presencial)
- Modelos de IA com Orange e Python – Parte 2 (presencial)
- Unity 3D – Parte 3 (presencial)
A proposta de uma agenda aberta é justamente permitir que qualquer pessoa interessada, com ou sem experiência prévia, possa escolher os temas que mais se alinham aos seus interesses e se capacitar no seu próprio ritmo. Algumas atividades são realizadas de forma remota, com transmissão ao vivo, e outras de forma presencial, no campus da UEA em Manaus.
A Fundação Muraki apoia a formação tecnológica na Amazônia
A Fundação Muraki reconhece o Samsung Ocean como uma iniciativa estratégica para o desenvolvimento humano e social na região amazônica. Acreditamos que educação gratuita, acessível e de qualidade é essencial para gerar oportunidades reais para quem vive na floresta, nas cidades ribeirinhas e nos centros urbanos da região Norte.
Iniciativas como essa não apenas preparam pessoas para o futuro, mas também ajudam a construir soluções tecnológicas conectadas com o território, a biodiversidade e a diversidade cultural da Amazônia.
Como participar?
As inscrições para os cursos de julho estão abertas. Basta acessar:
www.oceanbrasil.com
Ou baixar o aplicativo Samsung Ocean, disponível gratuitamente na Play Store.